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Protocolo da Criatividade

Podemos aquietar nosso interior para que possamos perceber mais do lado de fora, ou aquietar o exterior para que possamos perceber mais do que está acontecendo lá dentro. Vamos acessar a Criatividade?

Recentemente, li um livro chamado “A Way of Being”. Esse livro foi escrito por um dos maiores produtores musicais de todos os tempos, chamado Rick Rubin. Ele produziu nada mais, nada menos, do que discos do Red Hot Chili Peppers, Eminem, System of a Down, AC/DC, Mick Jagger, etc.

Protocolo da Criatividade

Ele fala em suas entrevistas: “Eu sei o que eu gosto e o que eu não gosto. E eu sou decisivo sobre o que eu gosto e o que eu não gosto… A confiança que tenho no meu gosto e na minha capacidade de expressar o que sinto provou ser útil para os artistas.”

Mesmo revelando que “não sabe nada de música”, Rubin lançou o livro The Creative Act: A Way of Being, no qual detalha ainda mais esse processo de trabalhar como produtor sem “tecnicamente entender de música”. Quem é esse cara? Agora, você deve estar se perguntando: “Eu não conheço nenhuma dessas bandas e não faço a menor ideia de quem é esse cara… Por que eu devo aprender algo com ele?” Primeiro, Rick Rubin tem uma alta sensibilidade à arte. Isso significa que qualquer tipo de obra—seja música, livro ou criações—ele tem uma facilidade em reconhecer se isso será relevante ou não para o “público final”.

Com mais de 30 anos de experiência nesse mundo cercado de artistas famosos, Rick Rubin nos mostra “caminhos” para nos tornarmos melhores artistas. Se você é empreendedor, escritor ou estudante (em qualquer área), você pode usar esses ensinamentos da criatividade para todos os pilares de sua vida.

Além de eu ser escritor digital, youtuber e empreendedor, eu tocava guitarra também. (Só uma foto para mostrar como a criatividade sempre fez parte da minha vida.)

💡 5 grandes ideias

💡Ideia #1 – Todos nós somos artistas. Todos nós criamos coisas em nossa vida. Abrace o ato de criar e você começará a aproveitar a vida de uma nova maneira. “Independentemente de estarmos ou não formalmente fazendo arte, todos vivemos como artistas.”

“Viver como artista é uma forma de estar no mundo. Uma forma de perceber. Uma prática de prestar atenção.” Você deve reservar um tempo para praticar. “Viver a vida como artista é uma prática. Ou você está engajado na prática ou não. Não faz sentido dizer que você não é bom nisso. É como dizer: ‘Não sou bom em ser monge’. Ou você está vivendo como monge ou não.”

Aqui entra a importância de analisarmos aonde estamos investindo a nossa atenção. Quanto mais tempo investirmos em nossa capacidade de reconhecer a grandeza, melhor se torna a alocação do nosso tempo. “Se você escolher ler literatura clássica todos os dias durante um ano, em vez de ler as notícias, ao final desse período você terá uma sensibilidade mais aguçada para reconhecer a grandeza dos livros do que da mídia. Isso se aplica a todas as escolhas que fazemos. Não apenas com a arte, mas com os amigos que escolhemos, com as conversas que temos e até com os pensamentos sobre os quais refletimos. Todos estes aspectos afetam a nossa capacidade de distinguir o bom do muito bom, o muito bom do ótimo. Eles nos ajudam a determinar o que merece nosso tempo e atenção.”

💡 Ideia #2 – Uma ideia surgirá quando chegar a hora. A pessoa que passa o tempo inteiro buscando por ideias não terá a ideia concretizada. Rick Rubin fala: “Se você tem uma ideia que o entusiasma e não a concretiza, não é incomum que a ideia encontre sua voz através de outro criador. Não é porque o outro artista roubou a sua ideia, mas porque chegou a hora dele.”

Eu gosto muito da frase que falavam no futebol: “quem não faz, leva”… Para a criação é a mesma coisa. Você articula uma jogada, prepara para o lateral, dribla o zagueiro e, na frente do gol, você não finaliza. Depois disso, o time adversário (outras pessoas) terá uma chance enorme de fazer o gol. Ou seja, se você tiver a oportunidade, faça!

Quando chegar a hora da sua ideia, ela será uma combinação de ideias antigas e experiências que você teve no passado. Por isso, consuma bons conteúdos que irão conectar os pontos. “A arte é uma circulação de ideias energéticas. O que os faz parecer novos é que eles combinam de forma diferente cada vez que voltam.”

💡 Ideia #3 – Siga a sua voz interior. Haverá muitas pessoas em sua vida que tentarão rebaixá-lo de fazer o que deseja. Ouça-os, mas esteja disposto a ignorá-los.

A importância disso é tremenda. Se eu tivesse escutado e levado para o pessoal muitas opiniões familiares, eu não sairia do Brasil para estudar e não começaria a me expor nas redes sociais. “Nem sempre é fácil seguir as informações energéticas sutis que o universo transmite, especialmente quando seus amigos, familiares, colegas de trabalho ou aqueles com interesse comercial em sua criatividade oferecem conselhos aparentemente racionais que desafiam seu conhecimento intuitivo. Da melhor maneira possível, segui minha intuição para fazer mudanças na carreira e sempre fui recomendado a não fazer isso. Ajuda perceber que é melhor seguir o universo do que aqueles ao seu redor.”

Comece com a mente de um iniciante. Aqui eu diria que seria uma das dicas mais importantes do Rick Rubin: “A mente do iniciante está começando de um lugar puramente infantil de não saber. Viver o momento com o mínimo de crenças fixas possível. Ver as coisas como elas são apresentadas. Sintonizar o que nos anima no momento, em vez do que achamos que funcionará. E tomando nossas decisões de acordo. Quaisquer ideias preconcebidas e convenções aceitas limitam o que é possível.”

É muito fácil interpretarmos uma situação de uma forma apenas baseada em nossas crenças passadas. Você duvidará de si mesmo ao longo do processo criativo. Isso é normal. Perceba que isso está acontecendo e continue. “Somos todos diferentes e todos imperfeitos, e são as imperfeições que tornam cada um de nós e o nosso trabalho interessantes. Criamos peças que refletem quem somos, e se a insegurança faz parte de quem somos, então o nosso trabalho terá um maior grau de verdade como resultado.” Aqui, entra a consciência de reconhecer a “dúvida” e simplesmente aceitá-la.

💡 Ideia #4 – A competição é para perdedores. “A arte é sobre o criador. Seu objetivo: ser uma expressão de quem somos. Isso torna a concorrência absurda.” “Querer superar outro artista ou fazer um trabalho melhor que o dele raramente resulta em verdadeira grandeza.”

Abrace as ideias e o sucesso de outra pessoa que o universo irá te responder. Sempre fui um cara que aprendi a bater palma e comemorar a vitória dos meus amigos próximos. A inveja nunca esteve presente na minha vida. Isso só me favoreceu a crescer cada vez mais. “Ficar feliz com o melhor trabalho de outra pessoa e depois deixar que isso o inspire a estar à altura da ocasião, não é competição, é colaboração.”

“Nada começa conosco. Quanto mais prestamos atenção, mais começamos a perceber que todo o trabalho que fazemos é uma colaboração. É uma colaboração com a arte que veio antes de você e a arte que virá depois. É também uma colaboração com o mundo em que você vive. Com as experiências que você teve. Com as ferramentas que você usa. Com o público. E com quem você é hoje.”

💡 Ideia #5 – Regras limitam o seu trabalho. Você não deve apenas se sentir confortável em quebrar regras, mas também procurar oportunidades para quebrá-las com frequência. Não deixe que regras arbitrárias matem sua criatividade. “As regras, por sua natureza, são limitações.”

As regras podem criar um trabalho medíocre e abaixo do ideal. Não aspire ser medíocre. As regras nos direcionam para comportamentos medianos. Se pretendemos criar trabalhos excepcionais, a maioria das regras não se aplica. Média não é nada a que aspirar. O objetivo não é se encaixar. Na verdade, é ampliar as diferenças, o que não se encaixa, as características especiais únicas de como você vê o mundo. Em vez de soar como os outros, valorize a sua própria voz. Desenvolva-a. Valorize-a. Os melhores artistas quebram as regras e operam em suas próprias realidades. Não se leve tão a sério. CRIE MAIS.

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Henrique Bagetti © Copyright 2025. Todos os direitos reservados