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Por que as mentes mais valiosas estão evitando as redes sociais

Se afastar = clareza mental

Em 2013, um engenheiro do Google sentou diante do computador e escreveu um memorando interno de seis páginas.

O título era:

“Uma Corrida por Nossas Mentes.”

Dias depois, ele desapareceu dos escritórios. Sumiu da internet. E nunca mais voltou ao cargo.

O nome dele era Tristan Harris — designer ético da empresa. E naquele documento ele descrevia algo que ninguém tinha coragem de admitir:

Google, Instagram, Facebook… todas essas plataformas estavam travando uma guerra silenciosa — não por dados, não por dinheiro, mas pela tua mente.

Cada notificação era uma isca. Cada feed, um experimento psicológico. Cada gesto do dedo, uma linha de código moldando o teu comportamento.

Era um alerta desesperado:

“Estamos remodelando emoções, crenças e decisões em escala global. E nem nós sabemos onde isso vai parar.”

Tristan enviou esse memorando para dez pessoas. Mas em poucos dias, toda a empresa estava lendo.

Engenheiros. Diretores. Executivos.

E a reação?

Ninguém elogiou. Ninguém agradeceu. Ninguém parou nada.

Naquele dia, Tristan percebeu que não trabalhava numa empresa de tecnologia. Ele trabalhava dentro de uma máquina que treinava seres humanos como animais de laboratório. E ninguém ali queria interromper isso ou dar uma solução…

Então ele pediu demissão. Abandonou carreira, privilégios, salário. Sumiu por completo.

Mas deixou uma frase que marcou o mundo:

“Depois que você vê como o sistema funciona… não dá mais para viver dentro dele.”

E quanto mais eu estudo, mais eu percebo que isso está matando silenciosamente todo mundo ao meu redor.


A Verdade Que Ninguém te conta

Criadores multimilionários — muitos meus amigos — todos dizem a mesma coisa:

Crie e “Desapareça.”

Eslen trocou o smartphone por um Nokia tijolão e lê 13 livros por mês.
Rafael Gratta está no auge mental, físico e espiritual depois de cortar a maioria das telas.
PewDiePie, o maior YouTuber do mundo, se mudou para o Japão para focar na família e no silêncio.

Warren Buffett e Bill Gates já falaram: “Nosso superpoder sempre foi foco.”

A verdade é simples:

Ninguém aguenta mais.
Mas ao mesmo tempo, ninguém consegue sair.

Cada vez mais nos tornamos dependentes da matrix (mídias sociais). Por que, como sempre digo: se você não promover seu trabalho todos os dias pelos próximos 10 a 20 anos, vai passar a vida inteira trabalhando para alguém, e o pior: se tornar cada vez mais escravo da vida alheia.

Ninguém vai te pagar se não souber quem você é.
E o seu trabalho irá alcançar poucas pessoas comparado com alguém que sabe alavanca-lo nas mídias sociais.

Mesmo você sendo bom e talentoso, não conseguirá construir a liberdade que tanto deseja se não aprender a promover seu trabalho.

Criar algo para você.
Ou passar a vida construindo a visão de outra pessoa e ficar preso no consumo infinito.


Como a Matrix Manipula a Consciência

Antes de eu te passar a solução, entenda isso:

No documentário O Dilema das Redes, os próprios engenheiros admitem: as redes sociais são projetadas como cassinos — cada estímulo é calculado para te manter lá dentro por mais tempo.

Mas isso todo mundo já sabe.

A parte que ninguém entende é essa:

Quando uma empresa revela o próprio problema, ela cria uma ilusão de consciência. Uma sensação de segurança. Uma falsa responsabilidade social.

Isso automaticamente faz as pessoas pensarem:

“Se fosse tão grave, eles não estariam falando disso.”

Isso elimina críticas e torna a “matrix” ética e preocupada com os seres humanos.

O documentário, como grandes empresas, nunca lhe passam a solução.

Você adoece com a indústria alimentícia e depois é escravizado pela indústria farmacêutica.

Médicos são treinados para prescrever remédios e nunca tratar a sua causa.

Assim, as pessoas vivem a vida no automático, controladas pela matrix, chegando no final da vida e perguntando:

Como me sinto tão sobrecarregado?
Perdido?
Sem energia?
Tomando 4 remédios?
Sem dinheiro?

Quase ninguém vai na raiz do problema porque dói.
O ser humano foi evolutivamente treinado para evitar dor e desordem.

A dor de ficar sem celular faz você pensar sobre a vida (e no que importa)
A dor de fazer jejum faz você valorizar momentos simples
A dor de treinar sem vontade te dá resiliência para superar desafios
A dor de manter a constância em seus projetos faz você ficar milionário

Agora, olhe ao seu redor.

Pandemia de sobrepeso, ansiedade, depressão e doenças.

A matrix nunca irá revelar a causa e a solução.
Ela sempre vai lhe impor pílulas mágicas inexistentes para te confortar.
Eu diria “te deixar mais satisfeito e dependente.”

Quanto mais consciência você ganha disso, mais você consegue se afastar e focar no que importa pro seu futuro.

Você percebe que tudo é uma teia.

Você não normaliza o álcool porque todos estão normalizando.
Você não normaliza a putaria porque todos normalizam no Brasil.
Você não normaliza a pobreza porque ser rico é taxado de “explorador.”


O Mago Que Criou a Modernidade: Edward Bernays

Essa lógica já existia no século passado.

E tudo começou com um homem chamado Edward Bernays.

Em 1928, Bernays — sobrinho de Sigmund Freud — foi contratado pelas maiores empresas dos EUA para fazer uma coisa absurda:

Transformar produtos comuns e viciantes em símbolos capazes de controlar comportamento humano.

Ele usou psicologia, símbolos, narrativas.
E venceu.

Cigarros viraram tocha da “liberdade” para as mulheres
Carros viraram “status”
Marcas viraram “identidade”

O que Bernays fez manualmente… os algoritmos fazem hoje automaticamente.

Você se torna sozinho e excluído se não tiver fazendo o que os outros estão fazendo…

E é por isso que quando você tenta sair da matrix tradicional para “criar na internet”, você só troca de prisão.

A matrix está em todos os lugares.

Edward Bernays: The art of manipulation

BUSCANDO SIGNIFICADO E CLAREZA

1. Menos celular é o caminho para sua missão de vida

Jung dizia que o ser humano cresce quando encara a sombra. O tédio faz isso sem pedir licença. Ele desmonta as distrações, tira as proteções e deixa você a sós com o que realmente está aí dentro.

Quando a mente para de tentar controlar tudo, novas conexões surgem. Intuições aparecem. Desejos verdadeiros emergem da poeira que o mundo acumulou sobre eles.

E é nesse estado que três forças entram em jogo:

Presença profunda – você finalmente sente o que está tentando escapar.
Busca por novidade – o vazio te empurra para estímulos mais elevados.
Mistério – você não tem ideia do que vai brotar dali.

O tédio só existe quando falta direção.
E falta direção porque você está seguindo um roteiro que não escreveu.

A cura é suportar esse vazio até que o teu próprio roteiro comece a se revelar.


2. Coloque-se voluntariamente ao caos

A dopamina funciona como um termostato que tenta retornar sempre ao ponto de equilíbrio.

Quanto mais você estimula, mais o cérebro eleva o nível de tolerância.

É isso que cria a corrida infinita por prazer: nada é suficiente por muito tempo. Tudo vira normal rápido demais.

Mas quando você corta os exageros, o sistema começa a voltar ao estado natural.

E aí acontece a inversão.

Os pequenos detalhes recuperam o brilho.
Você volta a perceber a vida como alguém que está vendo as coisas pela primeira vez.
O cheiro da comida.
A cor do céu.
O silêncio.
A simplicidade volta a tocar.

Esse é um dos grandes motivos porque faço jejuns.


3. O problema não é falta de motivação. É falta de clareza.

Naval resume bem: a maior dificuldade humana é conseguir ficar sozinho em silêncio. Sem distração. Sem fuga. Sem dopamina barata.

Quando foi a última vez que você deixou espaço para que algo realmente novo aparecesse?

A ordem nasce do caos.
Ou de uma nova forma de olhar para ele.

E a desintoxicação de dopamina é justamente o que cria esse espaço interior. Ela abre território para organizar pensamentos, integrar experiências e fazer sentido das coisas.

Hoje, estamos saturados.
A quantidade de informação que consumimos ultrapassa a capacidade consciente do cérebro, que só processa o equivalente a 50 bits por segundo.

Se você comesse além da conta por um mês, engordaria.
Se consome informação demais desde sempre, você fica cognitivamente pesado.
Só não percebe porque virou o padrão.

E quando você se priva até o ponto do tédio, não tem escapatória.
Tudo aquilo que você empurrou para o fundo começa a subir.
É desconfortável.

Mas se você permanece firme, existe um momento em que algo se abre.
A clareza invade.
E você entra em uma nova fase da vida.


Como quebrar esse ciclo?

1 — Substitua o vício por algo

Todos os hábitos que você tem agora — bons ou ruins — estão na sua vida por um motivo.
Eles te dão algum benefício, mesmo que te prejudiquem em outras áreas.

Às vezes aliviam dor, como no cigarro.
Às vezes acalmam emoção.
Às vezes são só uma fuga rápida do estresse.

Ou seja: seu mau hábito resolve algo que você não está resolvendo.

Por isso não funciona “parar do nada”.
Você precisa trocar o comportamento — não deletar.

Escolha um substituto.
Tenha um plano antes do impulso aparecer.

Quando o tédio bater: correr.
Quando o Instagram te chamar: abrir o docs e escrever algo importante.
Quando o estresse quiser te puxar: caminhar, respirar, tomar um chimarrão, ler um parágrafo.

Você precisa definir, com antecedência, o que vai fazer no exato momento em que o velho hábito tentar te dominar.

No meu caso, a minha substituição é simples: um Nokia tijolão + um caderno de bolso.


2 — Corte os gatilhos

Cal Newport, no livro Deep Work, mostra que a internet fragmenta a mente.

E a primeira regra para recuperar o foco é remover tudo que te puxa de volta para o vício.

Por isso existe o Protocolo da Manhã, que eu uso e ensino:

Manhã: O Projeto Diário

Desligue as luzes do teclado
Feche todas as abas
Deixe o celular longe
Pegue seu café, chá ou chimarrão
Abra um docs em branco

• 50 min absorvendo conteúdo (newsletter, podcast, aula)
• 50 min transformando isso em newsletter ou texto

Pense antes. Escreva depois.
Nada além dessas 2 horas.
Zero multitarefa. Zero interrupção.

Esse é o teu período sagrado.

E para manter isso funcionando, você precisa eliminar os gatilhos:

Se há notificação, há distração.
Se você quer largar pornografia, faz sentido seguir mulheres seminuas?
Se você quer foco, deixar o celular no mesmo cômodo é suicídio mental.

É uma luta contra seu próprio cérebro — então facilite sua vitória.


3 — Molde seu ambiente

O foco é um superpoder.
E o ambiente é a fábrica onde esse superpoder nasce ou morre.

Quando você tem clareza do que quer, para de consumir lixo e de frequentar lugares vazios.
Seu cérebro começa a absorver somente o que te aproxima do futuro que deseja.

Pergunte-se:

Como você quer se parecer, falar e ser percebido?
Onde quer viver?
Quanto quer ganhar?
Em que quer ser realmente bom?
Como será o seu dia normal ideal?

E o contrário também importa: qual estilo de vida destruiria sua existência?

Meu tempo de tela caiu naturalmente quando minhas referências ficaram maiores que meu feed.
Quanto mais eu lia, criava e treinava, menos sentido fazia abrir o Instagram.

E aqui entra o ponto mais importante: identidade.

Não importa o objetivo:

perder peso
largar telas
parar de fumar

Tudo começa na forma como você se enxerga.

Você está tentando perder peso, ou já se enxerga como atleta?
Tentando largar redes sociais, ou já se enxerga como escritor e Criador?

Não é fingir até virar.
É virar a pessoa antes que o hábito vire natural.

Pare de seguir quem você não quer se tornar.
“Ah, mas eu amo o cachorrinho dela.” Fodasse.

Seu cérebro está sendo moldado o tempo todo.
E cada porcaria que você consome hoje, rouba espaço do que realmente importa pro seu futuro.


4 — Crie ou será criado

Todo mundo irá depender cada vez mais da economia digital para sobreviver.

E paradoxalmente, quem vence nela é quem se distancia dela.

Eslen, Rafael Gratta, PewDiePie…
A qualidade da vida e do trabalho deles aumentou quando o tempo de tela diminuiu.

A melhor saída é simples:

Se tornar um Criador.

Porque:

Se você não promover seu trabalho todos os dias pelos próximos 10 a 20 anos, vai passar a vida inteira trabalhando para alguém.

Ninguém vai te pagar se não souber quem você é.
O mundo está cheio de pessoas talentosas que nunca saem do anonimato porque não aprendem a mostrar o próprio trabalho.

A diferença entre um especialista invisível e um milionário não é talento — é que um aprendeu a se mostrar, o outro não.

No fim, existem só duas escolhas:

Construir sua própria marca e vender sua visão.
Ou passar a vida construindo a visão de outra pessoa.

Crie ou será criado. Crie mais.

Dia 6 de dezembro eu vou te ensinar o protocolo completo.

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