crie ou será criado
É óbvio que você tem desgosto pela escrita.
Você foi enfiado goela abaixo a escrever redações do ENEM, sobre temas que não te interessavam, do jeito que mandavam, para agradar um professor.
Eu também odiei tudo isso.
Não por acaso, alguns meses atrás eu ensinei vocês a ficarem viciados em estudar.
Porque eu era exatamente esse cara: o que odiava estudar, odiava escrever e fugia disso sempre que podia.
Hoje, escrever e estudar fazem parte da minha vida de um jeito tão profundo que eu não me vejo fazendo outra coisa.
E isso não aconteceu porque eu “aprendi a gostar de escrever”.
Aconteceu porque eu parei de escrever para agradar pessoas — e comecei a escrever para pensar, entender e criar a minha própria vida.
Escrever foi o que me fez sair de 1.200 seguidores para mais de 300.000 em menos de um ano.
Foi o que me fez faturar meus primeiros 100k no digital.
Foi o que me fez descobrir o que eu realmente amo — e conseguir transmitir isso para o mundo de forma clara, transparente e impactante.
Poucas pessoas na internet vão falar da importância de aprender a escrever em 2026 por dois motivos:
Primeiro:
Escrever é um processo longo. Não traz status e recompensas imediatas.
Segundo:
Eles esquecem que a base de toda mídia, todo conteúdo, toda ideia que circula… é escrita.
“Ah, Bagetti, mas hoje tem IA que escreve…”
Brother, você está pensando pequeno ainda!
Siga com esse pensamento e, no futuro, você vai ficar burro, pobre e sem cérebro.

Por que newsletter é a ferramenta central do século
Hoje você vai aprender, do zero, como começar a escrever uma newsletter, a estrutura que eu uso e o ecossistema por trás da minha marca.
Newsletter é a melhor ferramenta para não atrofiar seu cérebro nos próximos anos
e desenvolver pensamento claro, crítico e estruturado.
Não importa se você não tem seguidores.
A newsletter vai ser:
- O resumo do livro que você está lendo
- Um roteiro para YouTube
- Um organizador das suas ideias
- Um conteúdo publicado para sempre no seu site
- A base para mais de 20 posts (Instagram, X, TikTok)
Começar com escrita longa te força a ser mais original.
Você pode começar com um diário, escrevendo sobre você ou experiências do passado.
Mas ficar só nisso, com o tempo, fica pequeno.
A escrita pede algo maior.
Objetivo. Direção. Ambição criativa. Alavancagem.
As maiores mentes escreviam newsletters
As maiores mentes que já pisaram na Terra escreviam cartas.
Sêneca ensinava ética, clareza e disciplina escrevendo cartas para um amigo.
Van Gogh organizava sua dor, sua visão e sua arte escrevendo cartas para o irmão.
Nikola Tesla estruturava ideias décadas à frente do seu tempo no papel.
Albert Einstein refinava pensamento escrevendo cartas antes de publicar teorias.
Sigmund Freud construiu uma nova visão da mente humana escrevendo correspondências.
Eles não escreviam para likes ou ganhar dinheiro
A arte deles se tornava consequência da escrita!

A história que me fez repensar tudo
Antes de explicar o “como começar”, deixa eu te contar uma história.
Era um domingo chuvoso na capital da República Tcheca.
Eu estava aterrissando em Praga, mochilão pela Europa, com meu melhor amigo.
Nesse dia, baixei o Tinder para conhecer mulheres e tentar fazer amizades.
No pouso, olhando pela janela do avião, pensei:
“Por que estou usando um aplicativo se posso simplesmente sair na rua ou ir a um bar?”
Mesmo assim, cheguei no Airbnb e perdi 30 minutos do meu dia rolando o Tinder.
Apareceu uma mulher linda: loira, olhos azuis, estudante de medicina.
Demos match. Começamos a conversar.
Cansado, puxei assunto e perguntei sobre a vida dela.
Ela começou a aprofundar em história, psicologia, filosofia — tudo em inglês.
E minha insegurança crescia:
“Será que estou conseguindo sustentar esse nível de profundidade da conversa?”
Até que ela mandou:
“Vi que você leu Memórias do Subsolo nos seus destaques. O que você gostou nesse livro?”
Minha mente, cansada e preguiçosa, correu para o ChatGPT.
Print da conversa.
“Chat, o que eu respondo?”
Ele me devolveu um texto tão bonito que me senti o próprio Dostoiévski.
Enviei.
Ela respondeu:
“Nossa, quanta profundidade você tem!”
Meu cérebro derreteu de prazer.
Cinco minutos depois, percebi algo estranho:
Nunca aparecia “typing”.
Sempre um textão direto.
Ou seja, ela copiava e colava o texto!
Ela também estava usando o ChatGPT.
Levantei do sofá, joguei o celular no canto e pensei:
Que merda eu estou fazendo?
O perigo real da tecnologia
Essa história me deixou profundamente pensativo.
Como escritor, criador, empreendedor —
o quão perigoso é terceirizar a mente sem perceber?
Quem era viciado em cassino, playboy e apostas há 30 anos,
hoje se vicia em pornografia e bets.
Quem já vivia uma vida padronizada,
vai pensar cada vez menos — ou ser substituído.
A tecnologia nunca vai parar.
Na Revolução Industrial, precisávamos de várias pessoas para tocar uma máquina.
Hoje, uma ou nenhuma.
Antes, comprar um disco exigia ritual.
Hoje, mil músicas cabem no seu bolso.
Quem não se adapta a esses tecnologias morre no caminho.
Continua esperando o mercado decidir por ele.
A IA só escancara algo mais profundo:
a maioria das pessoas já vive como máquina.
Educação padronizada.
Trabalho repetitivo.
Decisões terceirizadas.
O perigo não é perder o trabalho mecânico.
É perceber que ele era tudo o que você tinha.

Criadores não serão substituídos
Entenda isso de uma vez:
Criadores não serão substituídos.
Máquinas cuidam do repetitivo.
Humanos cuidam do significado.
Preferimos o café da vó ao espresso perfeito da máquina.
Preferimos uma carta escrita à mão a um texto impecável sem alma.
Preferimos caminhar em museus cheios de história a imagens frias sem intenção.
Entenda, Criador! A arte nunca esteve na ferramenta…
Ela vive na emoção.
Não foi o pincel (a ferramenta) que fez a Mona Lisa.
Foi Da Vinci…
Não foi o piano (a ferramenta) que fez Beethoven eterno.
Foi o que ele sentia enquanto tocava..
Se você não consegue criar com IA, você nunca foi artista!
Você só era bom em usar uma ferramenta…
E ferramentas continuarão sendo substituídas!
Resumindo:
Se você já pensa como máquina, será substituído —
ou continuará emburecendo.
Se você tem agência,
usará essas ferramentas para criar seu futuro.
Mas como se tornar um Criador nesse século, Bagetti?
A resposta começa aqui:
pensando e criando.
E pensar bem se aprende escrevendo.
Por que tudo começa na escrita
Eu comecei na internet há dois anos.
Hoje são mais de 100 newsletters publicadas.
Imagina quantas ideias desenvolvi?
Quanto evoluí como pessoa?
Toda minha evolução partiu das cartas.
Toda semana:
- Um tema
- Desconstrução
- Reaproveitamento em vídeos, carrosséis, copy
- Um ativo de longo prazo
Escrever acelera aprendizado.
Organiza a mente.
E você desenvolve sua autenticidade.
De forma simples, existem quatro formas de multiplicar seu impacto no mundo. Naval Ravikiant chama isso de alavancas. Quanto mais modernas, mais escala elas geram. As quatro são: trabalho, capital, mídia e código.
As 4 alavancas para multiplicar impacto
Naval Ravikant chama isso de alavancas:
- Trabalho
Trabalho é a alavanca mais antiga. É vender tempo por dinheiro. Durante séculos, quem tinha mais pessoas trabalhando produzia mais. O problema é que isso escala mal. Hoje, empresas digitais conseguem resultados gigantes com equipes pequenas porque o jogo mudou. - Capital
Capital é alavancar usando dinheiro. Você investir no mercado imobiliário, criptos, ações. Todo empresário, no fundo, é um alocador de recursos. Ou seja, é você fazer o seu dinheiro trabalhar para você! - Mídia
Mídia é alavancagem a custo quase zero. Um texto, um vídeo ou um post custam o mesmo para atingir 10 ou 100 mil pessoas. O esforço é fixo, o alcance é variável. Além disso, mídia compõe com o tempo. Conteúdo antigo continua trabalhando por você. Enquanto um professor de psicologia ensina 100 alunos no mês na faculdade, um professor que grava essas aulas e posta no Youtube, instagram, tik tok pode alcançar milhões de pessoas com a mesma ideia. - Código
Código é a alavanca mais poderosa. Com automação, você entrega valor sem presença física, sem intermediários e sem limite geográfico. Enquanto você dorme, alguém está usando o que você criou. É trabalho que se replica sozinho.
O ponto central é este: a história é uma migração de alavancas.
Saímos do trabalho puro.
Passamos pelo capital.
Entramos na mídia.
Agora vivemos a era do código e da automação.
Quem insiste em jogar apenas com trabalho fica limitado.
Por isso, você precisa focar nos três últimos:
mídia, código e capital.
É isso que cria escala real.
O jogo é simples:
Criar ideias → alavancar com produtos → reinvestir em ativos e no próprio negócio.
Onde tudo começa: articular valor
Antes de qualquer coisa, você precisa aprender a articular seu valor escrevendo.
Escrever te força a:
- Criar
- Pesquisar
- Capturar
- Desconstruir
- Experimentar
- Reconstruir conhecimento
Isso faz você levar seus interesses a sério o suficiente para considerar isso como trabalho de vida.

A Newsletter como núcleo do ecossistema
Quando me sento para escrever minha newsletter todas as manhãs, por cerca de 45 minutos, todo o resto se resolve.
Depois de concluída, eu:
- Extraio trechos
- Desconstruo em vários conteúdos
- Transformo em vídeos, posts, carrosséis, ideias de produto
E o mais importante: a newsletter se constrói ao longo do tempo.
Ela é muito mais valiosa do que qualquer acompanhamento nas redes sociais.
Sua mente se reconecta para jogar jogos de longo prazo.
E seu sucesso começa a se tornar exponencial.
Pare de pensar nisso como um texto que desaparece quando você clica em “enviar”.
A newsletter será a base de toda a sua marca.
E a maioria das pessoas não tem isso.
Alavancando ideias (a parte que ninguém ensina)
O ponto de escrever é alavancar suas ideias e pensar com clareza.
A partir disso, você cria um universo para as pessoas explorarem suas ideias.
Essa é a etapa mais importante.
Porque depois que você escolhe bem o tema, as ideias fluem com muito mais facilidade.
O erro mais comum de quem cria é simples:
escolher algo só porque acha que “precisa escrever sobre aquilo”.
Vai lá e escreve.
E afunda.
Afunda porque ninguém mais se importa com aquela ideia.
A gente precisa encontrar o ponto de interseção entre:
- o que você ama
- e o que as pessoas demonstram que querem consumir
Em outras palavras, você precisa posicionar o tema de um jeito que ele tenha potencial real de alcançar mais gente.
É tudo questão de posicionamento.
Por exemplo:
digamos que eu esteja estudando Vieses Cognitivos (eu estudava sobre isso).
Se eu escolho esse título, provavelmente não vai funcionar tão bem.
Pouca gente quer ler algo como “Os vieses cognitivos”.
Algumas querem.
Mas não o suficiente para gerar crescimento consistente de leitores ou inscritos.
Agora, se eu:
- Vou até o YouTube
- Acho 3 a 5 canais desse nicho
- Filtro os vídeos mais populares
- Anoto os 3 a 5 títulos que mais bombaram em cada canal
- Descubro como posicionar minha ideia a partir de uma dessas abordagens
Aí sim, eu estou no jogo.
Foi exatamente assim que nasceu a carta
“Ficar viciado em estudar é fácil, na verdade”,
que pegou quase 10 mil curtidas no Substack.
Eu sabia que era um tema validado.
Sabia que sempre atrai audiência.
E sabia que dava para atrair um público curioso e que se conectasse comigo.
Um ponto importante:
Isso é uma fase iniciante.
É até você pegar o jeito de escolher temas de alto impacto.
Você não precisa virar refém de estudar títulos de YouTube para sempre.
Basta treinar sua mente para posicionar uma ideia mediana como se fosse uma ótima.
Com o tempo, sua cabeça começa a gerar ideias originais e irresistíveis —
até com os temas mais esquisitos.
E você não precisa se limitar ao YouTube.
Dá para:
- filtrar contas do Twitter pelos melhores tweets e threads
- salvar Substacks, Reels, tweets ou posts que viralizam
Vale muito a pena ter um banco de ideias já testadas.
Resumindo a escolha de tema:
- Leia livros e consuma conteúdo que fuja do lugar-comum do seu nicho
- Ache uma ou duas ideias que te façam querer anotar tudo
- Tenha uma lista de títulos campeões do seu nicho para usar como ângulos
Assim, você traz algo novo para um espaço que já funciona.
Eu gosto de usar YouTube porque os títulos se adaptam muito bem para newsletters ou artigos.
E, mais importante:
o crescimento no YouTube acontece por recomendação.
Ou seja, se você tem um título semelhante a um vídeo que está bombando,
suas chances de aparecer na home ou nos recomendados aumentam drasticamente.
Agora, vamos resolver a principal objeção dessa etapa:
“Mas, Bagetti, isso é copiar.
Eu não quero ser igual aos outros ou jogar esse jogo.”
Tudo bem.
Você pode ignorar a natureza humana e o que as pessoas querem consumir o quanto quiser.
Mas isso não resolve o problema de ninguém ligar para o que você escreve.
Você odeia que frases motivacionais e títulos chamativos tenham milhares de curtidas,
mas se recusa a enxergar que essas curtidas vêm de pessoas reais.
E se você quer ajudar essas pessoas, precisa entender uma coisa simples:
Elas não estão no mesmo nível que você.
Se estivessem, não precisariam ler o que você escreve.
Você não é mais inteligente do que elas.
Nem tem melhor gosto.
Você apenas olha o mercado com o olhar de criador.
E eu já vi muita gente cavar a própria cova por ter consciência demais do jogo.
Ignorar que escrever é um jogo de dois jogadores — você e o leitor —
te faz perder a chance de realmente transformar vidas.
Mas claro:
escolher o tema é só um passo.
Criando um framework
Eu não me importo se você acha legal escrever sem estrutura ou esboço.
Também não me importo se acha mais “autêntico” despejar seus pensamentos num texto caótico, sem considerar o leitor.
Lembre-se de uma coisa simples:
a criatividade floresce com restrições.
Um framework não mata sua autenticidade.
Ele aumenta seu impacto.
Por que ninguém lê suas “ideias profundas”
O motivo é simples:
- 95% das pessoas na internet são iniciantes no tema que você aborda
- As pessoas estão rolando a timeline em busca de entretenimento, não de aula
É por isso que ideias muito avançadas ou esotéricas não viralizam.
Quando as pessoas estão nas redes, elas não estão buscando ativamente por informação.
Estão apenas rolando… até algo chamar atenção.
O “conselho de ouro” que você encontra em vídeos de 300 views no YouTube não viraliza por isso.
Atenção vem antes da profundidade
Primeiro, você precisa fisgar a atenção do leitor
(já falamos disso na escolha de tema).
Depois, você precisa guiá-lo por uma transformação.
De onde ele está
até onde ele quer chegar —
ou pelo menos um passo nessa direção.
Os blocos de construção de uma newsletter que engaja
Esse é um framework que eu chamo de “Framework de Transformação.”
- O grande problema
Onde a pessoa está agora e para onde isso a levará
(use uma experiência pessoal, se puder) - O resultado desejado
A transformação que ela terá se aplicar o que você escreve - O momento AHA!
O insight que faz tudo fazer sentido - O processo único
Seus principais pontos ou passos práticos até o resultado - Uma ideia ou conceito novo
Aquele detalhe pouco conhecido que você quer compartilhar - (Opcional) Prazo
“em 6 meses”, “em 2 semanas”
Isso ajuda a tangibilizar o valor
Esses são os blocos de construção de qualquer texto que engaja!
Se você tem dificuldade, comece escrevendo. Depois, peça ajuda ao ChatGPT para organizar o texto com base nesse framework.
Você precisa de 2h por dia
2h, Criador!
Desligue as luzes do teclado e mouse. Feche todas as abas do navegador. Deixe o celular em outro cômodo. Pegue um café, chá ou chimarrão.
Abra o Notion com uma página em branco. Escreva o título do tema que vai explorar hoje. Escolha um podcast, livro ou artigo.
- 1x 50min absorvendo conteúdo (com 10min de descanso).
- 1x 50min transformando o que aprendeu em uma newsletter.
Não copie. Pense antes, escreva depois. Não faça nada além de absorver conhecimento e criar nessas 2h.
Escreva como se ninguém soubesse nada
Escreva como se ninguém soubesse nada.
Explique tudo para que entendam de onde você está partindo e para onde quer levá-los.
Você precisa fazer o leitor acompanhar você até os temas mais avançados — em cada texto.
No começo vai parecer repetitivo e chato.
Mas é esse o processo.
Se eu quiser falar de “níveis de consciência”, eu lembro que eu mesmo não tinha ideia do que era isso alguns anos atrás.
Então eu preciso introduzir o conceito de um jeito que qualquer pessoa entenda:
- exemplos
- metáforas
- explicações simples
Isso pode deixar seu texto mais longo do que você gostaria, mas a sensação de estar aprendendo algo novo mantém o leitor.
Vou falar mais disso em outro post pago, mas fazendo isso, você não precisa ter um nicho tradicional.
Você pode falar do que quiser, porque você aprende a transformar qualquer ideia em algo envolvente para quase qualquer pessoa.
EXPANDINDO O ECOSSISTEMA
Aí sim você pode expandir. Olha o que muda:
- Use a newsletter como roteiro de vídeo pro YouTube
- Publique esse vídeo também como podcast
- Coloque o vídeo no topo da newsletter pública
- Transforme os melhores posts em fotos pro Instagram
- Transforme os melhores posts em roteiros curtos pra Reels/TikTok/Shorts
- Promova newsletters antigas todo dia
Agora você tem um ecossistema girando!
Email cresce.
Views crescem.
Vendas crescem.
1 newsletter por semana → 7 posts por semana (1 por dia)
Como achar ideias que funcionam
- Siga canais grandes no YouTube do seu nicho
- Filtre por vídeos mais populares
- Print 10 a 20 títulos que você adaptaria pro seu conteúdo
- Escreva posts inspirados neles
Faça o mesmo em X, Threads, LinkedIn.
Veja os posts que explodiram.
Crie sua versão.
Você não está copiando.
Você está treinando seu olhar.
Aprendendo o que chama atenção.
Meu ritual de escrita diário (deep work)
Como você é um bom leitor e chegou até aqui, vou lhe dar de presente esse template que uso diariamente!
Create Hub
Talvez você se sinta perdido em como usa-lo porque não faz parte da comunidade create ainda, mas vou lhe ensinar…

Rotina (o sistema por trás da escrita)
1. Definição da rotina
Primeiro, eu defino minha rotina.
Eu sei exatamente:
- o que vou fazer
- por quanto tempo
- e onde
Nada fica solto.
2. Ordem de prioridades
Sempre coloco as tarefas em ordem de prioridade dentro da aba “rotina”.
Começo pela manhã, porque meu foco e minha energia estão mais altos.
3. Captação de ideias
Entro em modo captação.
Aqui você:
- guarda insights
- escreve resumos
- captura pensamentos soltos
Sempre separo por tema.
Exemplo: psicologia → podcast de um neurocientista sobre sono.
4. Definição do tema
Depois disso, escolho um tema que vou explorar.
Um só.
5. Exploração profunda (50 min)
Exploro o assunto por cerca de 50 minutos, apenas anotando insights.
Sem tentar escrever bonito.
Só capturar.
6. Escrita matinal (newsletter – 45 min)
Entro na escrita matinal.
Defino o tema e simplesmente escrevo.
Sem me preocupar com gramática, estrutura ou estilo.
Deixo a mente divagar sobre o assunto e conecto todos diversos assuntos que eu sei…
7. Maturação da ideia
Com o passar dos dias, trabalho essa mesma ideia.
Desconstruo em:
- posts
- ideias de negócio
- novos conteúdos
- conexões inesperadas
Exatamente como essa carta.
Comecei a escrever há uma semana e publiquei hoje.
8. Publicação (sábado)
No sábado, clico em publicar.
E acompanho minha evolução infinita.
9. Treinos
Os treinos físicos são organizados à parte, obviamente.
Corpo em ordem sustenta a mente.
10. Objetivos
Os objetivos mais profundos tratamos dentro da comunidade.
A estratégia inteira, resumida
- Uma ideia poderosa
- Uma newsletter
- Conteúdos derivados
- Distribuição
- Repetição por anos
Comece escrevendo! Criando!
Não espere a oportunidade cair do céu.
Quem escreve aprende a pensar e criar o futuro..
Crie ou será criado
– Henrique