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Você É o Nicho Mais Autêntico e Lucrativo

Qual a sua missão aqui na terra?

Se você já estudou, entendeu o jogo, mas ainda não conseguiu transformar isso em posicionamento, autoridade e faturamento, o Desafio Lifestyle Business é pra você.

São 3 dias ao vivo comigo, de 26 a 28 de maio, às 20h, para destravar sua criação, alinhar seu conteúdo com quem você é de verdade e construir um negócio leve, autêntico e lucrativo.

Serve tanto pra quem está começando, quanto pra quem já tem negócio, mas quer crescer com clareza, consistência e lucro.

Depois de cada aula, tem uma mentoria VIP exclusiva para ajustar o que te trava.

Se quer sair da estagnação e crescer de verdade, garanta sua vaga. Elas são limitadas — não deixe pra depois o que pode mudar hoje no seu negócio e estilo de vida!

Nessa carta, vou te trazer a base para se tornar o Nicho mais autêntico e lucrativo…


No final de 2023, eu começava minha jornada na criação de conteúdo — e, sem perceber, me coloquei numa saia justa.

Só postava sobre Economia Comportamental e as coisas que aprendia na faculdade nos Estados Unidos. Um assunto profundo e interessantíssimo… porém desinteressante para a maioria das pessoas que estavam buscando evolução pessoal.

Eu passava o dia estudando esses temas complexos e pensava:
“Como ninguém lê isso?”
“Como viralizam tantos conteúdos medíocres?”
“Eu devo copiar essas merdas pra viralizar?”
“O que eu estou errando?”

Essa ideia de “escolher um caminho” tinha sido implantada na minha cabeça desde a escola — de que deveríamos escolher uma trilha única para seguir durante toda a vida.
Mas essa crença me limitava. Me impedia de tornar meu trabalho diferenciado e atrair mais pessoas para os meus produtos.


Múltiplos interesses não são distração — são vantagem

Leonardo da Vinci é a prova viva disso.
Ele foi pintor, engenheiro, inventor, anatomista, músico…

Mas o que realmente o destacava era sua capacidade de conectar áreas diferentes.

Estudava anatomia para pintar melhor.
Observava o voo dos pássaros para projetar máquinas voadoras.
A ciência alimentava a arte. A arte, a ciência.

Para Leonardo, tudo estava ligado.
E sua curiosidade insaciável o fazia mergulhar fundo em cada assunto.
Ele não buscava ser “produtivo” o tempo todo. Buscava entender. Aprender. Criar.

Hoje, somos pressionados a nos definir por uma coisa só.
Mas Leonardo nos mostra que ser indefinível pode ser justamente o caminho da originalidade.
Seguir o que te interessa — mesmo que pareça aleatório — pode ser a melhor forma de fazer algo que ninguém mais faria.

Múltiplos interesses não são bagunça.
São solo fértil para genialidade.


Mas aqui entra um ponto importante:

  1. Você não é Leonardo da Vinci.
  2. Provavelmente ainda não tem conhecimento profundo em várias áreas.
  3. E não sabe como conectar tudo isso de forma a criar algo realmente incrível para o mundo.

Por isso, é preciso equilíbrio.
Você precisa encontrar um tipo de público, sim — mas sem sufocar seus múltiplos interesses. Vamos entender isso.


A armadilha do “nicho tradicional”

Quando falamos de criar conteúdo ou negócios online, a forma mais comum é:

Escolher um público-alvo específico e um tema focado — por exemplo, ensinar “como monetizar no TikTok para adolescentes.” Depois, você foca em resolver um problema urgente desse grupo.

Essa abordagem é popular porque é clara:
Você sabe exatamente para quem está falando, sobre o quê e como monetizar.
É o caminho mais rápido para se tornar referência naquele nicho.

E faz sentido.
É simples e direto.

Mas será que essa “receita” funciona pra todo mundo?


O caminho tradicional pode te limitar

– Ele te obriga a se encaixar numa caixa só
– Pode sufocar interesses diversos que você tem
– E, às vezes, te prende a um problema passageiro

No fim, ser “especialista em um nicho” é ótimo para quem quer escalar rápido.
Mas pode não ser o melhor caminho para quem quer explorar múltiplas paixões ou construir algo mais original e autêntico.


A alternativa: um nicho baseado em missão

Se você entrar no Reels do Instagram ou no TikTok, vai perceber que a maioria dos posts virais gira em torno de problemas do “mundo real”.
Coisas simples, que qualquer pessoa entende.

São posts compartilhados para quem:

  1. Quer mudar de vida
  2. Quer ganhar mais dinheiro
  3. Quer se sentir mais bonito
  4. Quer se sentir mais inteligente

E é justamente por isso que a maioria dos criadores iniciantes falha:
Porque não sabem como criar conteúdo relevante e atraente o suficiente para serem seguidos.


Quem as pessoas seguem? Líderes.

E o que os líderes têm?

Uma missão.

Por isso essa abordagem é tão poderosa:
Quando você tem uma missão clara, os negócios se tornam um veículo para o trabalho da sua vida.

Você pode falar sobre qualquer coisa que mova as pessoas na direção dessa transformação.

A criação de conteúdo deixa de ser sobre “tentar parecer especialista” e passa a ser sobre gerar clareza, direção, mudança.

Qualquer ideia que você leia, ouça ou viva pode ser transformada em conteúdo, desde que ela se conecte com sua missão.


De 60 curtidas para um post viral

Antes, quando eu escrevia algo como “2 vieses cognitivos para você não tomar decisões irracionais”, o post tinha 60 curtidas.

Quando reformulei esse mesmo assunto como:
“Os maiores problemas que você vai ter ao largar uma vida automática (e medíocre)”,
o post explodiu.

O tema era o mesmo.
Mas agora havia missão, emoção e identificação real.


A missão da Create

Como você já sabe, minha comunidade chamada Create tem como objetivo muito mais do que ensinar a escrever bem.

Ela existe para ajudar pessoas a:

– Criar clareza de propósito
– Entender melhor a si mesmas e aos outros
– Desenvolver habilidades valiosas
– E aplicar tudo isso na construção de um negócio diferenciado

Essa é a minha missão:
Ajudar o maior número possível de pessoas a se tornarem valiosas e adaptáveis, enquanto vivem boas vidas.

E pra isso, é quase obrigatório que eu fale sobre negócios, criatividade, escrita, tecnologia, habilidades e tudo mais que apoie essa transformação.

Tenho ideias para uma década de conteúdo.


Quando a missão ficou clara, tudo começou a fluir

Algum tempo atrás, tudo parecia estagnado. As ideias não vinham.
Mas quando assumi essa missão com clareza — e comecei a aplicar no Create Training, minha mentoria com pessoas selecionadas — tudo voltou a fluir.

Ideias boas. Gente boa. Impacto real.

E isso só foi possível quando deixei de tentar “parecer um especialista” e comecei a liderar uma missão.

3 ideias que fazem você crescer mais rápido do que qualquer “truque” de redes sociais

(e por que conteúdo bom não é o suficiente se ninguém se importa)


1. É melhor errar com convicção do que não tentar por medo

Uma ideia ruim colocada em prática te ensina mais do que uma boa ideia engavetada por insegurança.

Quando você aposta em algo, mesmo que falhe, você ganha clareza.

Já quem vive tentando agradar todo mundo, nunca aprende nada — só se perde.


2. Grandes ideias mudam comportamentos

O objetivo do conteúdo não é parecer esperto — é provocar ação.
Se sua mensagem dá às pessoas confiança para agir, errar e aprender, você já transformou mais do que quem fica matizando tudo com medo de ser mal interpretado.


3. Seja intenso. Exagere um pouco.

Confiança transmite força. Às vezes, uma ideia precisa ser dita com impacto para ser ouvida.

E se alguém interpretar literalmente algo que era metafórico?
Paciência. Mais engajamento pra você.


Agora, pegue um pedaço de papel ou abra seu aplicativo de notas favorito e comece a anotar.


1) Você precisa de um inimigo para atacar

Responda a estas perguntas:

– Que estilo de vida é a ruína da sua existência?
– O que você está fazendo para evitar essa vida?
– Por que isso é tão destrutivo?

Sempre falei mal de seguir o caminho tradicional:
Trabalhar para outra pessoa pelo resto da vida, viver na mediocridade, fazer o que o grupinho faz…

Essa sua autenticidade age como um filtro — selecionando pessoas que pensam e agem como você.


2) Criar uma identidade para as pessoas adotarem

Do outro lado do inimigo da sua marca está o arquétipo da pessoa que você quer se tornar — e quer que seus seguidores se tornem também.

Quando você segue alguém ou compra algo, o motivo subjacente é:
Você quer se tornar alguém.
Ou reforçar quem você acredita que já é.

As pessoas não seguem você porque gostam das suas ideias.
Elas seguem porque suas ideias influenciam o comportamento delas em direção a um futuro melhor.

Quando alguém compra Gucci, o que você imagina?
Eu imagino poder.

Quando alguém compra um iPhone, o que você imagina?
Eu imagino alguém atualizado.

As grandes marcas criam essa identidade.
Como você quer que seus clientes se tornem?

– Pessoas confiantes?
– Pessoas autênticas?
– Pessoas intensas?

Pense em 5 a 10 nomes para isso. Eles serão sua luz guia.

Eles não precisam se tornar um produto ou um nome de perfil.
Mas precisam se tornar uma visão interna clara para você.


3) Construa um mundo para as pessoas explorarem

Seu nicho não é definido por uma frase como:
“Eu ajudo ______ a fazer ______ sem ______.”

Isso é uma relíquia do marketing antigo.

Hoje, seu nicho é ilustrado pelo seu universo.
Pelo seu estilo. Pela sua consistência. Pelo que você cria, não pelo que você declara.

Os negócios agora são menos sobre cronômetros e funis.
São mais sobre construir um pequeno universo — tipo um Marvel pessoal:

– Seus filmes (conteúdo longo)
– Suas séries spin-off (conteúdo curto)
– Seus bonecos de ação (produtos)

Você precisa ser consistente o suficiente para que alguém devore tudo que você criou em uma semana. Porque é assim que as pessoas consomem hoje.

E é aí que você começa a ganhar dinheiro de verdade.


O poder do efeito biblioteca

Eu postei vários vídeos no YouTube. A maioria tinha 2 ou 3 mil visualizações.

Mas quando um vídeo explodiu, os outros todos passaram de 100 mil.

A biblioteca estava lá.
O conteúdo estava pronto.

E quando alguém se conecta com uma peça, procura o resto.
Esse é o jogo.

Se você postar 10 vezes e desistir, nunca vai descobrir como isso funciona.


Faça isso de forma inteligente:

– Encontre de 3 a 5 criadores que falam sobre o que você quer falar
– Filtre pelos posts mais populares
– Anote de 5 a 10 temas que deram certo
– Recrie os tópicos, mas com sua perspectiva e voltados para sua missão
– Incorpore os fundamentos sempre (ex: se você fala sobre escrita, ensine a base da escrita)
– Leia livros pouco conhecidos, siga pensadores fora do mainstream, transforme essas ideias no seu próprio combustível

E claro:
Escreva sobre o que vem da sua cabeça.

Ajuda muito aprender a embalar essas ideias para que sempre funcionem (mesmo quando parecem chatas).
Falarei sobre isso na próxima carta.


4) 80% porquê, 20% como

A maioria do conteúdo para iniciantes falha por três motivos:

  1. Não atinge os pontos problemáticos com força suficiente
  2. Não dá às pessoas um motivo para seguir
  3. Não mostra que elas podem vencer também

As pessoas não estão nas redes para aprender algo novo.
Se quisessem aprender, pesquisariam no Google, YouTube ou aqui no ChatGPT.

Elas estão ali pra se entreter, se inspirar ou se sentir compreendidas.

Então, se quiser ensinar algo, você precisa primeiro persuadir elas do porquê aquilo importa.


Comecei com Economia Comportamental.
O que fez as pessoas se interessarem por isso não foi a profundidade do conteúdo, mas o jeito como eu conectei ao dia a dia:

– Tomada de decisão
– Psicologia
– Vendas e persuasão
– Como evitar escolhas ruins

Foi minha capacidade de fazer com que as pessoas se importassem.


Antes de clicar em “publicar”, pergunte a si mesmo:

– Por que eles deveriam se importar?
– Qual grande problema isso resolve?
– Como isso pode beneficiar a pessoa comum?

Se responder bem a isso, você já está à frente da maioria.

Tudo vai depender de você.

O caminho do Criador está fechado. E a create irá fechar em breve

Episódio podcast

Chris Williamson é um apresentador britânico e criador do podcast Modern Wisdom, onde entrevista grandes nomes como Jordan Peterson, Sam Harris e Steven Pinker sobre temas como filosofia, ciência, performance e autoconhecimento. Ele ganhou fama inicialmente no reality show Love Island (2015), mas se destacou ao construir uma audiência milionária no YouTube e nas plataformas de áudio com conteúdo profundo e acessível sobre como viver melhor.

Leitura da semana

Trabalhe menos. Ganhe mais. Aproveite a vida.

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