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As pessoas vão te ouvir quando você aprender a contar Boas Histórias ( o passo a passo)

Você quer contar boas histórias nos seus conteúdos?


Desde criança, sempre fui um contador de histórias. A cada experiência, uma nova narrativa surgia comigo. Com o tempo, essas histórias começaram a atrair pessoas, seja no bar, na escola, no trabalho ou na internet.

Contar histórias e deixar a imaginação fluir ajudaram os seres humanos a sobreviver e a evoluir em grupo. Histórias criavam laços entre as pessoas, unindo-as e fortalecendo a comunidade. Elas também transmitiam conhecimentos valiosos — técnicas de caça, dicas de sobrevivência — sem que cada um precisasse começar do zero. Imaginar cenários futuros nos preparava e ajudava a planejar ações.

A imaginação, por sua vez, deu origem a ferramentas e inovações. As histórias nos permitiram desenvolver empatia, ajudando as pessoas a se entenderem melhor e a cooperarem umas com as outras. Com o tempo, surgiram mitos e religiões que estabeleceram regras e mantiveram a paz em grupos maiores. Assim, contar histórias e imaginar não só garantiram nossa sobrevivência, mas também deram vida a culturas e civilizações.

Hoje, é claro que quem conta boas histórias (ou tem uma vida cheia de histórias) se destaca de alguma forma. Isso gera conexão. Desde que comecei a criar conteúdo, os vídeos que mais “bombaram” foram aqueles que trouxeram alguma narrativa envolvente.. Como esses dois no Instagram:

McKee e Gerace, em Storynomics, argumentam que histórias bem contadas são ferramentas poderosas para captar atenção e criar conexões emocionais com o público. Isso é essencial na era da sobrecarga de informações. Em vez de usar estratégias de vendas diretas e tradicionais, as marcas devem focar no “storytelling” para atrair e manter o interesse das pessoas.

Em meio a tanto conteúdo, edições e superficialidade, começamos a perceber que a transparência está voltando. Sempre fomos assim. Foi o excesso de informações, dietas hiper-palatáveis, comparações e mídias que deixaram as pessoas fora de si, mais ansiosas e distantes de quem realmente são.

E como vocês podem ver, esses vídeos simples contêm histórias. Eles têm transparência. Não há uma edição elaborada. Por quê? Porque nós amamos isso. Nós nos sentimos parte do assunto!

Mas, Bagetti! Meus vídeos não precisam de edições e thumbnails chamativas? Claro que sim! Sempre vai ter aquele ditado: “a aparência vem antes da profundidade.” Antes de contar uma história incrível, você precisa de um bom título, uma capa atraente e um perfil organizado. Até você levar a pessoa para o seu conteúdo profundo…

Na vida real, a regra é a mesma: não adianta ser um ótimo contador de histórias se você se veste mal, fala de forma grosseira ou anda com a cabeça baixa. Em uma entrevista de emprego, é a mesma coisa ! Na vida, isso conta! As pessoas julgam o livro pela capa. É triste, mas é verdade…

Agora que você já sacou que contar boas histórias é importante, vamos falar um pouco sobre como tudo isso começou.

UMA BREVE HISTÓRIA DOS ANÚNCIOS

Em 1605, os jornais surgiram como uma forma de informar e conectar as pessoas. Eles se tornaram a ponte para que todos tivessem acesso a notícias e eventos importantes em um tempo em que as informações eram escassas. Junto a isso, empresas perceberam a oportunidade de investir em marketing através dos jornais. As primeiras campanhas eram bem simples, com seções de classificados oferecendo produtos e serviços. E adivinha? Quanto mais uma empresa investia, mais retorno ela obtinha. E a mídia também ganhava.

Com o tempo, isso só aumentou. A TV chegou e as empresas continuaram na mesma pegada. Durante os programas, as interrupções para anúncios chatos começaram. E, claro, isso estragava a experiência do espectador. Depois veio a internet, e foi tudo igual: empresas enchendo as redes sociais e plataformas como YouTube e Facebook com anúncios. As pessoas estavam cansadas disso!

Foi então que surgiram serviços como Netflix, YouTube Premium e Spotify Premium. Finalmente, podíamos consumir o que amamos sem aqueles anúncios irritantes! O marketing tradicional estava destruindo a conexão humana, focando em vendas agressivas e fórmulas repetitivas, esquecendo-se das emoções e da autenticidade. As marcas se distanciavam do público, que se sentia tratado como alvo, e não como parte de uma experiência significativa.

Esse excesso de informações e propagandas sem conexão emocional fez com que as pessoas se tornassem desconfiadas e começassem a ignorar as marcas. Mas, no meio disso tudo, algumas empresas perceberam que histórias bem contadas, que refletem valores e desafios humanos, são a chave para criar uma conexão genuína. Elas tocam o lado emocional e ajudam o público a se identificar com a marca.

Olha só: muitos CEOs começaram a criar conteúdo, mostrar seu trabalho e sua rotina. E isso é uma tendência crescente! Agora, reflitam sobre isso, pessoal.

Mas e o que isso tem a ver, Bagetti? O fato é que muitos brasileiros ainda acham que o superficial é tudo.

E eu posso estar falando besteira, mas vemos que muitos se deixam enganar por gurus de merda que prometem liberdade financeira em um mês. Para causar emoções, eles rodam anúncios com casas luxuosas, carros e mulheres. Sim, isso vende, porque toca em desejos humanos. Mas e depois? Onde estão as histórias reais? Onde estão as famílias reunidas? Os amigos de verdade? Focar apenas em vendas faz com que as pessoas deixem de lado o que realmente importa: a si mesmas.

Dinheiro rápido= vazio rápido.

Todos nós seres humanos contamos boas histórias e nos sentimos genuinamente felizes quando o processo foi autêntico.

Agora que você já entendeu como histórias são cruciais, vamos aprender a estruturar isso juntos! Você pode contar essas histórias de forma curta, em um reels do Instagram ou em qualquer conteúdo. Vamos pegar um exemplo prático, trazendo esse meu vídeo

1. Personagem Principal com um Desejo ou Objetivo

A história começa com um protagonista que tem um desejo claro. Esse desejo conecta o público ao personagem. Por exemplo: “E SE EU FOCASSE 2H POR DIA NUM PROJETO?”

2. Conflito e Desafios

O protagonista deve enfrentar desafios. Esses obstáculos criam tensão. Sem conflito, a história fica sem impacto. “EU FUMANDO, DEPRESSIVO E SEM ESPERANÇA…”

3. Momento Decisivo ou Clímax

Aqui é onde tudo muda. O protagonista precisa tomar uma decisão difícil. “EU CONHECI O ESLEN DELANOGARE (MEU GUIA). A PARTIR DAÍ, TUDO COMEÇOU A MUDAR…”

4. Transformação e Resolução

A história termina com uma transformação. “EU MOSTRANDO MINHA EVOLUÇÃO…”

5. Mensagem ou Moral

Finalize com uma mensagem que ressoe com a audiência. “VIU COMO O CONHECIMENTO TE LEVA A LUGARES INIMAGINÁVEIS?”

6. Conexão Emocional

Ao longo da história, mantenha o foco em criar uma conexão emocional. Isso pode ser feito através de elementos visuais e diálogos autênticos.

E lembre-se: existem várias estratégias que você pode aplicar para prender ainda mais a atenção do espectador. Vamos em frente!


Aplicação no Marketing

No marketing não está apenas em vender um produto, mas em contar uma história que ressoe com o público, utilizando uma estrutura narrativa que gera identificação, emoção e transformação. Essa estrutura ajuda as empresas a se destacarem em um mercado saturado e a construir relacionamentos duradouros com os clientes.

Agora que você entendeu isso, temos coisas histórias profundas a aprender.

Trabalhe menos. Ganhe mais. Aproveite a vida.

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Henrique Bagetti © Copyright 2025. Todos os direitos reservados