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Livros de desenvolvimento pessoal, não irão te deixar rico

APRENDA COM OS GRANDES

Você provavelmente já viu milhares de vídeos sobre “hábitos que te tornaram 1%”. Mas, desses 1%, apenas 0,01% se tornam realmente ricos. E hoje, eu tenho algo importante para te dizer.

Desenvolvimento pessoal por si só não vai te deixar rico.

O que grandes figuras do marketing têm em comum? O que grandes empreendedores e donos de empresas multimilionárias têm em comum?

Todos eles eram loucos por correr riscos inteligentes. Vamos entender melhor isso:

Todos os livros que você lê hoje foram escritos por filósofos e pensadores de há milhares de anos. Investidores brasileiros que você escuta hoje aprenderam com Warren Buffet, Charlie Munger e Benjamin Graham (o investidor inteligente).

Isso não significa que livros recentes sejam ruins, mas a maioria deles é baseada nos ensinamentos dos antigos e com muito mais experiência e bagagem. Eu já li muitos dos famosos de desenvolvimento pessoal. Na minha visão, eles muitas vezes enrolam em suas histórias e demoram para dizer o que realmente o leitor deve absorver de relevante.

Agora, você pode estar se perguntando: se eu cultivar bons hábitos como meditar, correr, tomar banho gelado, ler e comer saudável, eu vou ficar rico?

A resposta é: depende

Se você parar para pensar, há muitas pessoas inteligentes ao seu redor. A maioria delas não conseguirá alcançar grandes feitos na vida. Muitas vão analisar todas as possibilidades e, depois, inventar desculpas para justificar que não vale a pena arriscar.

Todos os YouTubers que você assiste, tanto do Brasil quanto do exterior, fazem o que amam. Pense no Renato Cariani, no Muzy, no Julio Cocielo. Todos eles produzem conteúdo sobre o estilo de vida deles. Eles estão fazendo o que amam.

E, obviamente, depois de um tempo, fica mais fácil atrair clientes e construir uma audiência. Foram anos e anos criando conteúdo, falando com a câmera, escrevendo posts, comparecendo a eventos e criando redes de contatos.

Ou seja, não adianta muito ser disciplinado se você não começar a aplicar o que aprendeu.

Recentemente, eu li e estudei a biografia de Steve Jobs, fundador da Apple.

Livros de desenvolvimento pessoal, não irão te deixar rico

Steve Jobs dizia que a criatividade vem mais fácil quando você não tem bagagem.

O que ele quer dizer com isso? Quando somos crianças, nossa mente é um recipiente aberto à criação, cheia de pura inocência. Não carregamos muitos traumas ou experiências ainda.

À medida que crescemos, caímos em rotinas automáticas, com tarefas diárias, ordens e crenças limitantes, e muitas vezes não temos tempo para pensar e criar de forma genuína.

Jobs, por exemplo, foi expulso de sua própria empresa quando seu ego estava elevado. Esse período fora da Apple lhe deu tempo para refletir sobre seus comportamentos e abordagens. Ele aprendeu que, além de acreditar no seu projeto, você deve criar algo que as pessoas realmente desejem.

Além de você acreditar no seu projeto, você deve fazer algo que as pessoas desejam.

Normalmente, dois fatores motivam a compra de um produto: desejo e necessidade.

Jobs não inventou o computador, mas foi visionário ao perceber que as pessoas desejavam ter computadores em casa. E para aqueles que ainda não viam a necessidade, ele fez questão de convencê-los.

Hoje, em 2024, é muito mais desafiador criar algo completamente novo. No entanto, você pode transformar algo que já existe ou existiu.

Recentemente, eu terminei de ler a biografia de Steve Jobs.

Existem diversos assuntos sobre a genialidade e criatividade dele, que vou trazer dentro do Maquina Criativa.

1. Comece com pequenos grupos de pessoas inteligentes – e mantenha-os pequenos.

A Apple incentiva o pensamento grande, mas mantém suas reuniões pequenas.

Depois que a Chiat/Day (empresa de publicidade) foi instalada como agência oficial da Apple e já estávamos estabelecidos em nosso trabalho, nos encontraríamos com Steve Jobs todas as segundas-feiras alternadas.

Certo dia, apareceu entre nós uma mulher da Apple que eu não conhecia. Não me lembro do nome dela, pois ela nunca mais apareceu em nosso mundo, então, para o propósito desta história, vou chamá-la de Lorrie. Ela sentou-se com o resto de nós enquanto Steve entrava na sala de reuniões, bem na hora certa.

Steve estava com um humor sociável, então conversamos por alguns minutos e então a reunião começou. “Antes de começarmos, deixe-me atualizá-lo sobre algumas coisas”, disse Steve, seus olhos examinando a sala. “Primeiro, vamos falar sobre o iMac…”

Ele parou. Seus olhos se fixaram na única coisa na sala que não parecia certa. Apontando para Lorrie, ele disse: “Quem é você?”

Lorrie ficou um pouco surpresa ao ser chamada assim, mas explicou calmamente que havia sido convidada a comparecer porque estava envolvida em alguns dos projetos de marketing que discutiríamos. Steve ouviu. Processou. Então ele falou: “Acho que não precisamos de você nesta reunião, Lorrie. Obrigado”, disse ele. Então, como se esse desvio nunca tivesse ocorrido — e como se Lorrie nunca tivesse existido — ele continuou com sua atualização.

Assim, assim que a reunião começou, na frente de cerca de oito pessoas que Steve queria ver à mesa, a pobre Lorrie teve que arrumar seus pertences, levantar-se da cadeira e dar uma longa caminhada pela sala em direção à porta.

O que Lorrie experimentou foi a aplicação estrita de uma das regras mais importantes da Simplicidade: comece com pequenos grupos de pessoas inteligentes — e mantenha-os pequenos. Cada vez que a contagem de corpos aumenta, você está simplesmente convidando a Complexidade para se sentar à mesa.

O princípio dos pequenos grupos está profundamente enraizado na filosofia da Simplicidade. É a chave para o sucesso contínuo da Apple e para qualquer organização que queira nutrir um pensamento de qualidade. Não existe “convite de misericórdia”. Ou você é fundamental para a reunião ou não. Não é nada pessoal, apenas negócios.

Quando Steve convocava ou se reportava a uma reunião, sua expectativa era que todos na sala fossem participantes essenciais. Os espectadores não eram bem-vindos.

2. 
As pessoas sempre responderão melhor a uma única ideia expressada com clareza.

Os seres humanos são muito engraçados. Dê-lhes uma ideia e eles acenam com a cabeça. Dê-lhes cinco e eles simplesmente coçarão a cabeça. Ou, pior ainda, esquecerão que você mencionou todas essas ideias.

Minimizar é a chave para fazer um ponto valer. Embora isso seja senso comum, também pode ser o princípio mais violado em marketing ou em qualquer outro negócio. Seu ponto será compreendido mais rapidamente e mais facilmente lembrado se você não o confundir com outros pontos.

Estranhamente, algumas das pessoas mais brilhantes do planeta às vezes precisam ser lembradas.

Em uma reunião da agência com Steve Jobs, estávamos revisando o conteúdo de uma proposta de comercial do iMac quando surgiu um debate sobre o quanto deveríamos dizer no comercial. A equipe criativa argumentou que funcionaria melhor se todo o anúncio fosse dedicado à descrição de um recurso importante deste iMac específico. Steve, porém, acreditava que havia quatro ou cinco coisas realmente importantes a dizer. Pareceu-lhe que todos esses pontos caberiam confortavelmente em um espaço de trinta segundos.

Depois de debater o assunto por alguns minutos, não parecia que Steve iria ceder. Foi então que uma vozinha começou a se fazer ouvir na cabeça de Lee Clow, líder da equipe Chiat. Ele decidiu que seria um bom momento para fazer uma demonstração ao vivo para Steve.

Lee rasgou cinco folhas de papel do bloco de notas e amassou-as em cinco bolas. Assim que o amassamento foi concluído, ele iniciou sua apresentação.

“Aqui, Steve, pegue”, disse Lee, enquanto jogava uma única bola de papel sobre a mesa. Steve pegou, sem problemas, e jogou de volta.

“Esse é um bom anúncio”, disse Lee.

“Agora pegue isso”, disse ele, jogando todas as cinco bolas de papel na direção de Steve. Steve não pegou nenhuma e elas quicaram na mesa e no chão.

“Esse é um anúncio ruim”, disse Lee.

As pessoas sempre responderão melhor a uma única ideia expressa com clareza. Elas desligam quando a complexidade começa a falar.

Steve Jobs e Lee Clow

A Letter de hoje vai ficando por aqui, Criadores!

Amanhã teremos vídeo no Youtube as 19h. Vejo vocês!

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