Leia isso antes do ano acabar
Olhe essa imagem: qual linha da direita se iguala a da esquerda?

Ok.. eu sei que você disse a C… eu sei que é fácil. Mas não é isso que aconteceu nesse experimento chamado “Asch Experiment”
Os primeiros 5 participantes (combinados no experimento) falaram que era a B. O de preto, o convidado ao experimento, concordou que era o B.
Isso mostra como deixamos de sermos nós mesmos passando pela pressão psicológica de ir contra ao grupo.
Hoje, quero te levar em reflexões profundas. Vamos passar pela dor de nos tornarmos nós mesmos.
ELES SABEM DE ALGO?
Se você for analisar com calma, as pessoas que te ensinaram a viver a vida, quando nasceram, elas aprenderam com outras pessoas que quando nasceram também não sabiam nada.
é como se o “modo correto de viver a vida” fosse transmitido de gerações atrás de gerações montando-se um manual para você.
Mas a verdade é que há manual. Não há certezas.
Se Eles NÃO saberiam dizer onde você gostaria de chegar, como eles vão ensinar o que você deveria fazer?
Quando as sociedades ainda eram pequenas e viviam em tribos isoladas, era impossível juntar muitas pessoas sem que surgissem conflitos, já que cada grupo seguia regras próprias.
Então surgiu a religião como uma forma de unificar essas tribos através de crenças compartilhadas: quando diferentes grupos acreditavam nos mesmos deuses e nas mesmas normas morais, eles podiam confiar uns nos outros mesmo sem laços familiares.
Essa confiança comum permitiu cooperar em escala maior, criar leis, proteger territórios, dividir funções e, com o tempo, transformar pequenas aldeias em cidades organizadas.
Em outras palavras, a religião serviu como uma “cola social” que tornou possível construir sociedades grandes e estáveis.
As tribos só conseguiram crescer quando passaram a acreditar nas mesmas histórias e regras — como mitos, deuses e leis sagradas.
Essa crença comum gerou confiança entre pessoas desconhecidas, criou normas que valiam para todos e tornou possível organizar grandes grupos, dando origem às primeiras cidades e civilizações.
Assim foi como os seres humanos se conectaram e construíram castelos, aviões, religiões, e tudo que existe ao seu redor.
O PROBLEMA
O problema aparece quando ir atrás de algo que queremos se torna uma ameaça ao nosso grupo.
A maioria das pessoas, digo a maioria mesmo, não vai atrás de algo sem que aja alguém a mandando a fazer.
Não faz se não haver uma recompensa imediata.
Não faz se não tiver ninguém fazendo.
Não faz se não tiver aprovação.
Jean-Paul Sartre dizia que o ser humano está “condenado a ser livre”.
A liberdade não é um privilégio. É um fardo.
Porque ser livre significa ser responsável pelas consequências da própria vida.
Quando alguém cria algo além do bando, ela assume:
a autoria
o risco
o erro
o julgamento
a culpa
a escolha
Resumindo: sentimos medo de sermos nós mesmos.
Friedrich Nietzsche dizia que a maior parte das pessoas busca “paz, segurança e conforto”.
Elas querem evitar o caos, a incerteza e a dor.
Enquanto a criação nasce exatamente do caos. Do desconhecido. Do risco.
Fazer o próprio caminho é um fardo solitário.
Pensar, questionar, construir sentido dá trabalho.
Por isso muitos preferem um sentido terceirizado, uma vida herdada, um papel já definido.
A massa busca segurança.
O criador enfrenta o caos.
A diferença é simples.
Uns querem conforto.
Outros querem criar o mundo em que vão viver.
Essa é a dor de nos tornarmos nós mesmos.
VOCÊ FOI CRIADO PARA CRIAR
No momento que você passa a vida inteira terceirizando escolhas, crenças e caminhos, algo silencioso acontece: você deixa de existir como sujeito e passa a existir como função.
Carol tinha 22 anos quando foi contratada pela Seiva Pura.
Ela era vendedora: atendia o telefone, conversava com os clientes, recebia as pessoas na porta.
Com o passar dos anos, Carol criou em sua mente uma percepção de “estabilidade”.
Seu chefe, havia aumentado seu salário e a prometia uma vida longa dentro da empresa.
Em 2022 com as crescentes da IA a Seiva pura comprou uma ferramenta capaz de fazer exatamente tudo que carol fazia, só que em maior escala – colocando mais clientes, organização e agilidade.
Carol era uma boa funcionária, mas passava a maior parte de sua vida atrás do que a empresa lhe ofereceria e nunca sugeria algo novo.
Nunca engajava.
Nunca melhorava a experiência dos clientes.
Não registrava problemas, só reclamava.
Por outro lado, Douglas um cara de 23 anos, observava padrões, personalizava o atendimento, antecipa necessidades, resolve problemas sem esperar ordens e traz ideias que melhoram a experiência.
Ele não “atende”, ele cria valor humano e estratégico.
Ele faz clientes voltarem, melhora processos, vira parte da cultura.
Douglas, hoje criou sua própria empresa de embalagens e vende para seiva pura….
esses dias Douglas me ligou falando que estava muito feliz com o que tinha conquistado
Enquanto carol, provavelmente está pulando de galho em galho atrás do melhor salário, melhor oportunidade, trabalho dos sonhos inexistente… e ainda terceirizando seu futuro.
“Nascer para criar” significa se submeter a dor de colocar o seu valor no mundo.
Sua verdade.
O que você acredita.
Mesmo estando dentro de uma empresa.
Um funcionário só se torna insubstituível quando deixa de ser “executor de tarefas” e se torna criador de valor humano dentro da empresa.
E claro… há um preço a se pagar para criar valor ao mundo.
A partir de hoje comece a enxergar o jogo diferente:
não é o que os outros vão me proporcionar.
É o que você tem a oferecer ao mundo.
Você se tornar bom, autêntico e raro que eles se sentem mal em te ignorar.
CRIADORES DA VIDA
Isso não só acontece dentro de empresas com funcionários medícrores que são substituídos, mas na vida como um todo.
Pessoas fodas se atraem por pessoas fodas.
Imagine quando você encontra uma pessoa com um corpo bonito na academia, de fone, bem vestida.
Ela não passa 1 segundo de seu treino olhando para o lado.
Nunca faz contato visual.
Mas essa pessoa tem algo que te atraí.
Ele se torna magnética enquanto se mantém no foco do treino.
Enquanto todos ao redor estão “distraídos” essa pessoa está presa no próprio mundo.
A admiração que sentimos por alguém focado e decidido não é apenas estética — é biológica.
Nosso cérebro foi moldado, desde os tempos ancestrais, a confiar em quem sabe para onde vai.
A direção clara transmite segurança.
É isso que sentimos de qualquer pessoa que está numa missão enquanto o mundo ao seu redor está cada vez mais hiperistimulado, sobrepeso, perdido, hedônico.
Para passarmos juntos por essa dor, e conquistarmos o que nascemos para fazer quero te levar a grandes reflexões hoje.
1- SE REINVENTE MAIS VEZES
O que mais percebo ao voltar pra minha cidade natal (visitar meus pais) é perceber que nada mudou.
Meus ex colegas estão ainda falando que vão começar aquele projeto.
As lojas continuam iguais.
Não abriu nenhum restaurante novo “diferente” dos iguais.
Nada mudou.
A dor de nos tornarmos nós mesmos acontece quanto silenciamos o ego e nos reinventamos.
O ego não nasce do conhecimento.
Ele nasce do medo de admitir que é pequeno e não sabe das coisas.
Quando alguém se apega demais às próprias ideias, o que está defendendo não é a verdade, e sim a própria identidade.
Mudar de ideia dói.
Pessoas formadas na faculdade que conheço, não buscam novos artigos científicos, não leem novos livros, não se atualizam porque isso mexeria com tudo aquilo que eles aprenderam durante anos.
Quem eles se tornaram.
Vejo isso constantemente com pessoas ricas também.
Elas mantém o mesmo modelo de negócios, mesmos produtos, mesmos funcionários porque há um medo muito grande de ficarem pobres novamente.
Esse é o ego falando.
O ego quer se manter no topo.
Saber de tudo.
Aceitar o que já existe.
Mas não há topo.
É tudo ilusão.
O ego faz acreditarmos que não temos as habilidades suficientes para construir aquilo de novo.
Então é melhor manter do jeito que está.
Se colocar no ato de criação constante te força a enxergar partes de sí mesmo que estavam perdidas.
Te faz enxergar de outro angulo a vida.
Os Beatles não se tornaram eternos porque descobriram um estilo.
Eles se tornaram eternos porque nunca aceitaram ficar presos nele.
Começaram com rock simples, depois viraram balada delicada, depois psicodelia, depois orquestra, depois filosofia em forma de álbum.
Eles mudavam antes que o público pedisse.
Cada fase parecia estranha no início, até que o mundo se ajustava.
Essa é a capacidade humana que quase ninguém usa:
deixar morrer a versão que já funcionou, para criar uma que ainda não existe.
2- FAÇA NÃO SABENDO MERDA NENHUMA
Disseram a você que precisava de funcionários para criar uma empresa ou vender.
Disseram a você que precisava se formar em psicologia para dar dicas de mentalidade.
Disseram a você que não tinha genética para correr e ir academia para ter shape.
Disseram a você… mas fodasse eles.
É sério.
Você precisa deixar nutricionistas, seus amigos, seus pais com raiva de você.
Eles tem que automaticamente pensar “esse cara não vai longe”.
Esse cara tá muito cheio e arrogante.
As pessoas tem que pensarem que você tem o ego tão grande que acham você um filha da mãe.
Quer uma verdade?
Os fazedores, que criaram tudo isso ao seu redor que você chame da vida eram assim.
Quando começaram, ele eram taxados de psicopatas e burros.
Em 2026, comece algo mesmo sendo um iniciante.
Não ligue para o perfeccionismo porque nunca chegaremos a perfeição.
A perfeição não existe.
Todos os dias você precisa se colocar no desconhecido, e começar algo MESMO NÃO SABENDO NADA.
Quando você faz isso, novos caminho se abrem e seu aprendizado aumenta, como expliquei nessa newsletter.
Walt Disney não tinha plano de carreira.
Nem estratégia.
Nem um mapa do que viria a construir.
Ele só tinha um interesse quase infantil: desenhar histórias.
Quando tentou trabalhar como artista em jornais, foi recusado.
Disseram que ele “não tinha criatividade suficiente”.
Tentou abrir um pequeno estúdio com o irmão, faliu.
Voltou pressionado, sem dinheiro, morando em um quarto minúsculo, comendo comida barata…
E ainda assim, continuou desenhando.
Não era confiança.
Era curiosidade insistente.
Ele queria ver até onde aquilo podia ir.
Não sabia.
Mas queria ver.
Daí nasceu Mickey, no meio da crise.
Em seguida, uma ideia absurda para a época: uma animação inteira com som, depois uma animação inteira colorida, depois um longa-metragem animado — “Branca de Neve”.
Os críticos chamaram de “o maior erro da vida de Disney”.
Ele passou sem dinheiro de novo.
Hipotecou a casa.
Não tinha garantia de nada.
Ele não era “visionário” quando começou.
Ele virou visionário porque continuou curioso e maluco.
O que parecia ingenuidade, virou o maior império de entretenimento do mundo.
Quem olha hoje pensa que ele sempre soube.
Mas Walt Disney começou como todo criador começa de verdade:
sem certeza nenhuma, mas interessado o bastante para descobrir.
O mais incrível de tudo é que lá na frente, você conectará os pontos.
Você precisa enxergar a sua vida como um livro.
Olhe a 2,3,4,10 anos atrás…
Você está evoluindo?
Arriscando?
começando algo novo?
se não, faça não sabendo merda nenhuma!
3- SE TORNE INDEFINÍVEL
Vejo constantemente pessoas se rotulando como “empreendedores, psicólogos, filósofos, escritores”
E não há problema a isso.
O problema está em fechar os ouvidos a novos conhecimentos que te tragam interesse.
Frida sentia dor como poucos.
Beethoven surtava de emoção.
Jobs era brutalmente exigente e, ao mesmo tempo, delicado com cada detalhe.
Van Gogh chorava nas cores que pintava.
Nenhum deles era “equilibrado”.
Eram intensos, contraditórios, difíceis de explicar.
Sensíveis e firmes.
Caóticos e disciplinados.
Profundos e impulsivos.
Leonardo da Vinci é a prova viva disso.
Ele foi pintor, engenheiro, inventor, anatomista, músico…
Mas o que realmente o destacava era sua capacidade de conectar áreas diferentes.
Estudava anatomia para pintar melhor.
Observava o voo dos pássaros para projetar máquinas voadoras.
A ciência alimentava a arte. A arte, a ciência.
Para Leonardo, tudo estava ligado.
E sua curiosidade insaciável o fazia mergulhar fundo em cada assunto.
Ele não buscava ser “produtivo” o tempo todo. Buscava entender. Aprender. Criar.
Hoje, somos pressionados a nos definir por uma coisa só.
Mas Leonardo nos mostra que ser indefinível pode ser justamente o caminho da originalidade.
Seguir o que te interessa — mesmo que pareça aleatório — pode ser a melhor forma de fazer algo que ninguém mais faria.
Múltiplos interesses não são bagunça.
São solo fértil para genialidade.
Se você quer entender melhor como “ser indefinível e criar algo para o mundo”, tem uma aulão de 3 horas dentro da comunidade create só sobre isso
4- QUESTIONE TUDO
As únicas regras são aquelas ditadas pelas leis da física.
Todo o resto é apenas uma recomendação.
Vejo constantemente pessoas com medo de iniciar algo por não terem formação ou falar algo com medo da rejeição.
Leis podem ser mudadas.
questione cada exigência.
Na sua escola, no seu trabalho, na sociedade.
Elon evitava joint ventures, que são negócios feitos em parceria onde duas ou mais empresas dividem o controle e as decisões.
Ele preferia manter controle total.
A Tesla tinha um grande desafio.
Como vamos fabricar na China?
Porque, na época, o governo chinês insistia que você precisava fazer uma joint venture.
Mas Elon resistia a fazer a Tesla formar uma joint venture.
Todas as outras montadoras, no entanto, tinham feito exatamente isso.
Então ele teve que convencer os principais líderes da China a mudar uma lei que havia definido o crescimento da manufatura chinesa por três décadas.
Então, mês após mês após mês, eles pressionaram o governo chinês.
A China finalmente concordou em 2018 em permitir que a Tesla construísse uma fábrica sem precisar entrar em uma joint venture.
Novamente, esse é outro exemplo de questionar cada exigência.
Tudo o que te falam, desconfie.
Tudo o que já vem pronto pra você, questione.
Você só aprende a questionar mais quando estuda mais.
Quando faz mais perguntas.
Perguntas como:
por que eu faço o que faço?
por que minha família acredita nisso?
por que o governo brasileiro funciona assim?
por que eu teria que viver dessa forma pelo resto da vida?
Eu te prometo uma coisa:
quanto mais perguntas você fizer, mais frustração vai sentir.
E essa frustração vira combustível.
Combustível pra sair da sua realidade medíocre.
Questione cada exigência.
Cada regra.
Faça perguntas.
E busque respostas
que a massa nem está cogitando pensar.
A MAIOR HABILIDADE PARA 2026
A maior habilidade que você pode desenvolver em 2026 é diminuir o tempo entre ideia e execução.
A característica que eu vejo se repetir o tempo todo nas pessoas que realmente vencem, no topo absoluto, não estou falando do top 10%, estou falando do top 1%, é a velocidade com que elas executam depois de tomar uma decisão.
Liguei pro meu pai em Floripa e falei:
“Estou desenvolvendo um e-commerce pra nós em 2026.”
Ele respondeu:
“Quero data, produtos e logística.
Daqui uma semana, vem com tudo pronto.”
Ele continuou: vamos ter que aumentar a produção!
Quando eu cheguei em Ijuí, as máquinas já estavam compradas, as novas embalagens já estavam criadas.
A decisão já tinha sido tomada antes da execução perfeita existir.
Grandes criadores têm algo em comum:
senso de urgência.
Elon Musk operava como se o tempo estivesse acabando.
Não por ansiedade — mas por clareza.
Ele sabia que, naquele exato momento, outras pessoas provavelmente tinham a mesma ideia.
A diferença é que elas estavam esperando o cenário perfeito, o plano ideal, a validação externa.
Enquanto isso, ele estava executando e melhorando com o tempo.
Para 2026, execute suas ideias como se estivesse morrendo.
Porque, de certa forma, você está.
Crie ou será criado.
O CAMPO DE DISTORÇÃO DA REALIDADE
Os engenheiros da apple disseram que não dava para usar vidro na tela.
O material quebraria, riscaria e não existia nada resistente o suficiente naquele tamanho.
A solução “racional” era plástico.
Jobs simplesmente respondeu algo como:
“Quero vidro. Vocês têm seis semanas.”
Tecnicamente, era impossível.
Na prática, Jobs ligou para a Corning, pressionou a empresa a reviver uma tecnologia abandonada (o que depois virou o Gorilla Glass) e forçou engenheiros dos dois lados a trabalharem dia e noite.
O resultado:
o iPhone saiu com vidro resistente e redefiniu o padrão da indústria inteira.
Esse é o campo de distorção da realidade:
Jobs não aceitava limites baseados no presente.
Ele tratava o “impossível” como um problema de prioridade, não de física.
No dia a dia e em projetos, isso se aplica de forma simples e prática.
Primeiro, pare de confundir “não dá” com “nunca foi feito assim”.
Você precisa ter uma autoconfiança que chega ser irracional para as pessoas.
Você ter uma imaginação tão profunda que as pessoas olham pra você e te chamam de maluco.
A maioria dos limites que te Impõe não é técnica, é costume, conforto ou falta de imaginação.
Pare de achar que você tem limites.
Pare de ceder a atrasos imaginários.
Resista ao impulso inato de complicar demais as coisas.
A maioria das pessoas pensa a partir do que já conhecem.
Elas pediriam um “telefone melhor”, não um iPhone.
Pediriam uma “loja de música maior”, não o iTunes.
A função do criador é trazer algo impossível de desejar antes de ser visto.
O Criador deve enxergar o tolo para as pessoas.
Se você deseja progredir, contente-se em ser visto como tolo e ignorante. Contente-se em não se interessar por qualquer coisa que possa estar atraindo a atenção do público em geral em um determinado momento. Contente-se em se interessar pelo que a maioria das pessoas não está interessada. Contente-se em tentar obter o que deseja da vida. Contente-se em fazer o que é realmente interessante para você. Contente-se em ser a aberração.
Contente-se em acreditar no impossível.
IREMOS MORRER
Não há ninguém vindo nos salvar.
E não há legado.
Não quero parecer frio, mas essa é a realidade da vida.
O sol vai engolir a Terra daqui a alguns bilhões de anos.
Tudo o que você criou — e tudo o que foi criado ao seu redor — vai desaparecer.
Vão esquecer de você.
Assim como esquecerão de Steve Jobs.
Então faça o jogo para você.
Não por dinheiro.
Não por aprovação.
Não por legado.
Faça pela sua vida.
Por esse curto intervalo de tempo em que você está aqui.
Criar dá significado à vida.
Criar te faz crescer como ser humano.
Criar faz você ajudar outras pessoas a evoluírem junto com você.
E, no processo,
você percebe algo simples:
você está mais feliz e cheio de energia.
Fodasse “se encaixar”.
Fodasse a rejeição.
Fodasse a opinião alheia.
Você é o protagonista.
Você é o psicopata.
Você é o doente.
Você é o esquisito.
Você é o rejeitado.
Você é o Criador.
Seja mais chamado de estranho pelos outros.
Eles todos estão assustados e irão continuar.
Ou tu quer ser medíocre, quebrado e infeliz como eles?
2026 já começou.
Venha conhecer a comunidade que fará você enxergar 2026 com outros olhos, criar e construir liberdade